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A Luz do Mundo




Vós sois a luz do mundo.
Mateus 5.14.


A luz é a segunda expressiva metáfora com que Jesus, no sermão do monte, ilustrou a influência e importância do caráter cristão no mundo.

Diferente do sal, cuja ação é invisível e íntima, a da luz é visível e pública. quer isto significar, naturalmente que o cristão deve ser uma bênção não só na vida particular dos indivíduos e no segredo dos lares, mas também na vida pública da Igreja e do país.

O sal da terra




"Vós sois o sal da terra; ora se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?
Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens".
Mateus 5.13.


Tendo descrito nas bem-aventuranças o caráter cristão e, na última delas, declarado que esse caráter, em sua influência natural, provocaria perseguições, Jesus, em seguida, ilustrou a referida influência com as metáforas do sal e da luz.

A utilidade do sal é dar sabor aos alimentos e impedir que, alguns deles, se corrompam; análogos serviços deve prestar o cristão dentro e fora da igreja.

Bem-Aventurança [8]



Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça
porque deles é o reino dos céus
Mateus 5.10.


As primeiras sete bem-aventuranças consideram as relações do cristão ideal com Deus e com os homens; esta oitava e última considera a atitude dos homens para com o cristão; essa atitude será em regra hostil, como prevê Jesus.

Abençoado 2012







Mais um ano finda-se sobre a graça de Deus. Mais um ano inicia-se sobre o desafio de Deus. Ano de consolidar o que Deus tem feito em nós e por nós, de potencializar os relacionamentos entre nós, de sermos canais da Sua graça e amor, de sentir e ver manifestado a poderosa mão de Deus que sempre, em Cristo, nos conduz em triunfo (2Co 2.14), de nos disponibilizarmos para sermos bênçãos e abençoadores diante da vocação e missão que temos no mundo – sermos sal e luz (Mt 5.13-16).



A responsabilidade de marcarmos a nossa geração é latente. A oportunidade de manifestarmos uma igreja viva, alegre e atuante ao mundo carente é patente. Os desafios são grandes requerendo um comprometimento cada vez maior do corpo de Cristo, alimentando esperanças de um futuro que traga transformações às vidas secas, sem cor, sem rumo e norte, sem Cristo. Recebendo a visão do Reino e lutando por sua expansão, cujo planejar esta fincada em realidades e situações que refletem o nosso contexto histórico.


Assim, encorajo a você, em sua igreja ou comunidade, a prosseguirem com entusiasmo, paixão, zelo e amor o que Deus nos tem confiado, sabendo que Deus opera em nós tanto o querer como o realizar segundo a Sua boa vontade (Fp 2.13). Mãos no arado com os olhos fitos na cruz.


Que o nosso Deus nos conduza sobre Sua bênção.
A Deus toda glória!



Gilberto Bueno Filho.

Bem-Aventurança [7]




Bem-aventurados os pacificadores
porque serão chamados filhos de Deus.
Mateus 5.9.



Contrastando outra vez a sua missão com a que os judeus atribuiam ao Messias, Jesus, como Príncipe da Paz declara que, em vez de guerreiros, para combater o Império Romano, os súditos do seu Reino seriam homens de paz e pacificadores. De dois modos se manifesta essa face do caráter cristão, afirmada por Jesus nesta bem-aventurança.

Bem-Aventurança [6]




Bem-aventurados os limpos de coração porque verão a Deus.
Mateus 5.8.



Esta bem-aventurança é uma consequência natural da que a precede. O coração misericordioso que simpatiza com os sofrimentos do próximo e procura eliminá-los não pode ter contra ele más intenções enconbertas: é limpo.

Bem-Aventurança [5]




Bem-aventurados os misericordioso
porque alcançarão misericórdia.
Mateus 5.7.



Nas quatro primeiras bem-aventuranças Jesus anuncia quais as virtudes necessárias para o homem ter relações com Deus: a humildade, o arrependimento dos pecados, a submissão confiante à vonyade de Deus, e o desejo ardente de ser justo. São virtudes esseencialmente religiosas. Nas quatro últimas bem-aventuranças, porém, trata das relações do cristão com o próximo, ou de virtudes de natureza moral.

Bem-Aventurança [4]




Bem-aventurados os que têm fome e
sede de justiça porque serão fartos.
Mateus 5.6.


De fato, é claro o pensamento de que Deus cumprirá os desejos de quem aspira fazer a Sua vontade. Ser justo ou perfeito é o ideal que Deus tem para os seus filhos e filhas. o pecado é que faz o homem buscar outros fins ou ideais na vida. Quando, porém, ele tem fome e sede de justiça é claro que se encontrará com Deus, que o espera nesse caminho para a satisfazer.

Bem-Aventuraça [3]




Bem-aventurados os mansos porque herdarão a terra
Mateus 5.5.


Possuir terras onde se construa o lar e de onde nos venha o suprimento das necessidades naturais da vida é um desejo justo do homem.

O meio de alcançar essa bênção, porém, é muito diferente no ensino de Jesus e na opnião dos judeus do seu tempo. A sua terra, a querida canaã, estava submetida ao domínio estrangeiro, e os judeus não viam outro meio de libertá-la senão pela violência, a golpes de espada. Esse era aliás o serviço que esperavam fizesse o Messias à nação. Jesus, porém, declarou que os mansos é que herdarão a terra.

Bem-Aventurança [2]



Bem-aventurados os que choram
porque serão consolados.
Mateus 5.4



Os judeus contavam que o reino do Messias lhes traria grande e perpétua felicidade. As lágrimas do cativeiro, da pobreza e da fome seriam substituídas por banquetes, festas e a alegria de se tornarem soberanos do mundo.

Em oposição a essas falsas esperanças temporais Jesus declarou que a bem-aventurança do Reino dos Céus era destinada não só aos pobres, mas também declara aos que choram.

Bem-Aventurança [1]




Bem-aventurados os humildes de espírito
porque deles é o reino dos céus.
Mateus 5.3



Tendo repelido as tentações satânicas de utilizar princípios do mal na fundação do seu reino, Jesus expos, no sermão do monte, as bem-aventuranças ou as qualidades que constituem o caráter dos cidadãos daquele reino.

Em contraste com o espírito orgulhoso e prepotente nascido das riquezas em que se fundam os reinos deste mundo, declara que os pobres de espírito ou humildes são os que têm a bem-aventuranças de entrar no reino dos céus.

A Terceira Tentação



Tudo isto te darei se prostado me adorares.
Mateus 4.9.



Na terceira e última tentação a Jesus o diabo mudou de método. Em vez de procurar enganá-lo, induzindo-o a fazer atos que, sendo para ele de grande vantagem e apoiados na Palavra de Deus, eram golpes mortais na obra messiânica, propõe-se, agora, abertamente, a negociar uma colaboração.

A Segunda Tentação de Jesus




Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito:
Aos seus anjos ordenarás a teu respeito que te guardem.
E: Eles te susterão nas suas mãos, não tropeçares nalguma pedra.
Mateus 4.6.


Tranportando Jesus nas asas da imaginação, o diabo diabo o colocou no pináculo do templo em Jerusalém e ali fez-lhe a segunda tentação expressa nas palavras do texto acima. Foi também uma tentação h[abil, embora menos disfarçada que a primeira.

A Primeira Tentação de Jesus



"Se és o Filho de Deus,
manda que estas pedras se transformem pães"
Mateus 4.3


Esta foi a primeira foi a primeira tentação do diabo, depois do jejum de quarenta dias, no deserto. Nada mais justo e necessário, na aparência. Jesus estava com muita fome e no dever de procurar alimento urgentemente. No lugar em que estava não o podia obter por meios naturais. Ora, Deus que havia poucos dias o tinha proclamado seu Filho muito amado e podia, como pregava o Batista, fazer de pedras filhos de Abraão, poderia também habilitálo a fazer pão de pedras para se alimentar naquela emergência.

A Tentação de Jesus



"A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito,
ao deserto para ser tentado pelo diabo".
Mateus 4.1.



As tentações de que Jesus foi alvo durante ôda a sua vida e, especialmente, após o seu batismo, são a prova da necessidade que teve, como homem, do auxílio do Espírito Santo para ser moralmente perfeito e ter a vida absolutamente enquadrada nos planos de Deus Pai.

Confissão de Pecados



E eram por ele batizados no rio Jordão confessando os seus pecados.
Mateus 3.6.



João Batista exigia das pessoas que queriam tornar-se seus discípulos a confissão dos pecados e o batismo. Como a água lava e limpa o corpo, o batismo era exigido como símbolo de limpeza moral, e a confissão, como prova da sinceridade do arrependimento que realiza aquele estado de pureza.

O Arrependimento




Respondeu-lhes Pedro: arrependei-vos e cada de vós
seja batizado em nome de Jesus Cristo
para remissão dos vossos pecados e
recebereis o dom do Espírito Santo.
Atos 2.38.


Iniciando o seu ministério, os apóstolos abundaram na mensagem do Batista. Quando, por exemplo, os judeus, convencidos pelos fenômenos do Pentecostes e pela acusação vibrante de Pedro de que tinham cometido o pecado monstruoso de crucificar o Messias, perguntaram ao apóstolo o que haviam de fazer, a resposta foi a do texto acima.

João Batista



Arrependei-vos porque está próximo o reino dos céus
Mateus 3.2.


Algum tempo antes de Jesus dar início ao seu glorioso ministério, que ia abrir nova era na história da humanidade, levantou Deus um profeta, em Israel, para anunciar o acontecimento e preparar o povo para ele.

João Batista, com os hábitos e o espírito de Elias, ergueu no deserto da Judéia uma voz tão poderosa, que as multidões de todas as classes sociais acorreram para ouvi-lo e apoiar o seu movimento. Pregava ele que o Messias estava às portas mas a nação não estava preparada para recebê-lo. O seu reino seria o estabelecimento, na terra, de uma ordem de coisas como a que há nos céus.

A Encarnação



"E o verbo se fez carne e habitou entre nós"
João 1.14


A pessoa de Jesus não é, a de um mero homem que, por sua perfeição pessoal, se tornasse digno de culto religioso; nem mesmo, como foi entendido por muitos nos primeiros séculos, ele é o primeiro e mais elevado dos seres criados, de natureza semelhante, embora não igual, à de Deus, e mediante o qual todas as coisas foram criadas.

O Espírito Santo



Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito;
porque o Espírito a todas as cousas perscruta,
até mesmo as profundezas de Deus.
1Corintios 2.10.


Toda a ação imediata de Deus sobre o homem é atribuída, nas Escrituras, à terceira pessoa da Trindade. A convicção de pecado, que é o primeiro movimento da alma, necessário para a salvação, é obra dele, conforme declara o próprio Senhor Jesus: "Quando ele vier convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo"  (João 16.8).