O Artigo 18


No dia 10 de dezembro, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 60 anos.


O artigo 18 da Declaração tem como objetivo assegurar ao indivíduo o direito de professar a sua fé.


Artigo 18


"Toda pessoa tem o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direto implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos".


Será que esse direito está assegurado a todas as pessoas?


Veja o que o Irmão André, fundador das Portas Abertas, diz a respeito:



Filha do Céu

Eis um pouco da nossa história ao longo das gerações.
Eis um momento de gratidão ao Senhor...

“Grandes coisas fez o Senhor por nós,
por isso, estamos alegres”.
Salmo 126.1

Na Fazenda Harmonia, aos 14 dias de abril, outono de 1913, o lar de Augusto Bueno da Fonseca e Ercília Bueno encontra-se em festa, pois nasceu uma menininha que recebe o nome de Celina, que significa “filha do céu”. Nome apropriado para uma família que, apesar de muito simples, respira paz...
A menininha Celina ainda com 3 meses de idade fica enferma com sarampo, coqueluche e catapora, doenças que na época dispensavam todo o cuidado, trazendo muita angústia e aflição para seus pais, mas sua mãe Ercília, se prostra diante de Deus e suplica ao Doador e Sustentador da vida, o restabelecimento da saúde de sua filha. Deus ouviu a voz súplice, humilde e confiante... Assim, diante da fidelidade do único Deus que ‘sara todas as enfermidades, que da cova redime a vida, coroa de graça e misericórdia e farta de bens a velhice...’ (Salmo 103.3-5), Celina Bueno de Castro está entre nós hoje, com seus 90 anos de muita vitória, história, louvor e gratidão ao Senhor.

Belas Palavras de Vida


Belas Palavras de Vida

“Conselho se fosse bom não se daria, mas se venderia”, assim diz o ditado popular.
Algumas dicas são sempre bem vindas, quando procedem de um coração sincero e verdadeiro. O autor cristão Mauro Clark em seu pequeno livro (livreto de bolso) nos oferece dicas nos vários relacionamentos que desenvolvemos ao longo de nossa vida conjugal. Contudo, devemos reconhecer que nem todos conseguimos cumprir à risca as dicas e conselhos que ele nos apresenta, mas, procurando fazer uma honesta avaliação e melhorando nosso relacionamento conjugal dia a dia com essas pequenas frases, pingos de ouro que podem gerar vida a nossa vida. Meditemos em algumas dicas/conselhos.

Para o casal:
“Se a solução de um problema no casamento infringir algum princípio bíblico, cuidado; a situação só vai agravar”.
“Nunca esqueçam que vocês foram criados em lares e circunstâncias diferentes. É natural que a maneira de ver algumas coisas também sejam diferentes”.
“Nunca abusem do fato de outro cônjuge ser crente e por isso ter de ser fiel. Todo ser humano tem seu limite. Dêem carinho, sexo e façam seus gostos”.

Para ele:
“Se não quiser arranjar encrenca, assim que ela gritar ‘o almoço está na mesa’, corra!”.
“Procure entender que sempre haverá algo mais da sua mulher a ser conquistado; isto dá um ‘sal’ especial ao relacionamento”.
“Se ela antipatizar com seu melhor amigo, não pense duas vezes: esqueça o amigo”.

Para ela:
“Nas crises profissionais e financeiras dele, deixe claro que seu amor e admiração estão acima dessas coisas”.
“Seja dura com ele se ameaçar gritar com você”.
“Se você tem personalidade mais forte que ele, não aproveite para assumir a liderança da família. Esse é um direito que Deus deu exclusivamente ao seu marido”.

Para os pais:
"Nunca esqueçam: o carinho que terão de seus filhos quando se tornarem adultos será um eco do que eles receberam de vocês na infância”.
“Após adverti-los, deixem seus filhos correram pequenos riscos; isso os ensinará a dar mais ouvidos a vocês”.
“Brincar com os filhos é muito mais sério do que parece”.

Pense e medite sobre estas belas palavras que podem geram vida em sua vida.


Gilberto Bueno de Castro Filho.

promessas no casamento


Promessas no casamento

Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?

Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e, portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

Promete se deixar conhecer?

Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros.

Mário Quintana.

Arrependimento

A r r e p e n d i m e n t o

Compadece-te de mim, ó Deus,
segundo a tua bondade,
pois eu conheço as minhas transgressões.
Purifica-me com hissôpo.

Cria em mim, ó Deus,
um coração puro,
e renova dentro em mim
um espírito inabalável.

Esconde o teu rosto
dos meus pecados, ó Senhor.
Faz-me ouvir júbilos
e louvarei o teu Nome.


Baseado no Salmo 51.
Gilberto Bueno de Castro Filho.
1981.

Casar é muito Bom - II


Casar é muito Bom - II

Continuando o assunto passado, vejamos mais dois inimigos do casamento, dentre outros existentes, que requerem dos cônjuges muita vigilância e oração:


Excesso de independência ou dependência excessiva – Um espírito autônomo, independente, pode ser muito benéfico na vida do casal e da família. O que não pode haver é exagero. Há pessoas super-independentes, que vão derrubando tudo o que encontram pelo caminho, desinteressadas dos outros, envolvidas apenas em alcançar suas metas e objetivos. Numa família isto é inadmissível. Sem diálogo, troca de idéias, discussões, é impossível a convivência pacífica e construtiva. Por outro lado o excesso de dependência é um erro terrível e fatal.
Entre o cônjuge o ideal é a medida certa de autonomia e dependência. Somente pelo conhecimento mútuo, o respeito e o amor é que a medida justa desse equilíbrio será alcançada. Veja o exemplo dos pais de Sansão em Juízes 13.


Incapacidade de interferir num problema através do perdão – è sugestivo que no capítulo 18 de Mateus, Jesus trate do assunto do perdão, e logo a seguir venha o ensino sobre a questão do divórcio. Na realidade Mateus pode até então não se ter apercebido da estratégia arrumação que faz dos dois temas: perdão e divórcio. Mas de fato o que acontece é isto mesmo: quem não aprende cedo a lição do perdão vai acabar tendo que enfrentar a questão do divórcio no casamento. Sem perdão relação nenhuma a dois sobrevive.
Mas o que é perdão? Perdoar é falar de Deus, da capacidade de oferecer aos outros uma memória apagada, sem registros, sem mágoas e sem tatuagem do ressentimento. Perdoar é deixar o outro nascer na nossa própria vida e história, sem a lembrança que fizeram dele um monstro em nossa mente. Perdão é algo que o mundo não ensina. Perdão é vida, saúde e paz da verdadeira humanidade que se transforma na semelhança de Deus, pois quem não perdoa se deforma. Perdão é falar de Jesus ao mundo agressivo e de facas afiadas, numa terra deteriorada, frágil e caída, carente do verdadeiro perdão de Jesus.
Deus nos ajude, como cônjuges, a enfrentarmos corajosamente esses e outros inimigos de um relacionamento saudável e maturo que deve ser o casamento, um projeto de parceria de Deus para o homem e mulher.

Gilberto Bueno Filho